sexta-feira, 5 de junho de 2015

Não tem tu (nem tutu), vai tu mesmo!


Amigos rubronegros, sei que a imprensa já está chamando de vexame (e 15 pontos disputados, apenas 1 conquistado é muito ruim mesmo), sei que tem torcedor querendo bater em jogador, pedindo raça e vergonha na cara, sei que a diretoria está sendo atacada e cada vez se repete mais a filosofia luxemburguiana de que “eles não entendem  nada de futebol”, e sei que não adianta chorar pelos pontos perdidos por conta de erros absurdos da arbitragem. Mas continuo na mesma toada: O time é esse aí, e se não vierem outros reforços, é com ele que temos que começar a ganhar jogos e sair dessa incômoda posição na tabela. Acabo de ler que o São Paulo quer 23 milhões por uma perna do Ganso. Dizem que para trazer o Elias temos que pagar uma dívida enorme do Corinthians com o time português. Vale essa grana toda? Vale colocar em risco a boa administração de dois anos e meio por conta da aflição atual?
Não acredito que Elias resolveria nosso problema. Temos sim uma deficiência defensiva que nos faz o time mais vazado do Brasileirão. Temos uma deficiência de criação que nos faz, provavelmente, o time que menos finaliza a gol nestas cinco rodadas. Mas não vai aparecer um “salvador da pátria” que resolverá nossos problemas em um passe de mágica. O time vinha mal arrumado em campo, e mesmo nas duas derrotas vi melhoras no seu desenho tático. Já disse aqui e volto a repetir, o único lugar em que o sucesso vem antes do trabalho é no dicionário. Perdemos todo o trabalho deste semestre, portanto vamos deixar o Cristóvão trabalhar, no pouco tempo que temos entre as partidas, e vamos ter fé que esse time vai sair dessa situação. E antes que me perguntem, já aviso logo: Não, eu não quero o Papai Joel com 5 volantes para sair da confusão! Vamos com o que temos, aguardemos o que o Guerrero vai agregar a este time e se vier um bom reforço, nossas chances até aumentam! Continuo com esperança de visitar o G4 ainda este ano, com este elenco e técnico que aí estão. Todo dia alguém é oferecido ao Flamengo e se fôssemos pela imprensa já teríamos um monte de Cadus e Elanos no time. Eu sei que é difícil de ter “muita calma nessa hora”, como disse o nosso presidente, mas sei que ele é rubronegro como eu e você, e é exatamente de calma que precisamos sim.
Algumas coisas boas, além da melhora de posicionamento que vi no time nestes dois jogos, devem ser ditas. A primeira é que mesmo sendo quase aos 40 do segundo tempo, o Marcio Araújo foi substituído. E não foi escalado como titular no Fla x Flu, só entrou no segundo jogo por conta da impossibilidade de contar com Cáceres e Canteros. Outra: Luis Antonio voltou a ser considerado como substituto do Pará. Na fase atual, é melhor tirar o Pará do que insistir com ele em campo. Mais uma: Jonas jogou muito bem, a ponto de eu ter dito durante o jogo que ele é o nosso melhor zagueiro, mesmo jogando de volante. Não pode ficar fora do time! Quando voltarem todos os volantes, que se escale ele de zagueiro, mas mantenham o Sarará no time porque ele é exatamente o que queremos ver em campo: Raça, determinação e pouco erros! E ainda: Samir voltou! É bem verdade que alguém precisa checar que chuteira ele está usando, porque ele deu mais uma escorregada fatal, mas sua superioridade sobre o Bressan é enorme. Não vou falar sobre a venda dele, porque ainda espero que o negócio não se concretize. E porque, a menos que o Cristóvão resolva efetivar o Frauches, estamos sem zagueiros para o longo campeonato.
A hora é de reagir e vencer a Chapecoense. Precisamos voltar a meter medo nos times adversários e a reclamar formalmente de tantos erros contra nós pelas arbitragens. A exceção dos jogos da FERJ, continuo não acreditando que há um complô para fazer o Flamengo ir para a segunda divisão. Mas que que está ficando muito constante e os erros tem sido capitais, nos fazendo perder pontos preciosos nesse começo difícil, isso está! O Flamengo só perde para ele mesmo, e para vencer precisamos entrar com muita vontade de ganhar e fazer a nossa parte, evitando tomar gols e fazendo tantos quantos forem necessários para vencer a partida.

Com Jorge e Jajá na seleção, Cáceres e Armero na Copa América, Nixon e Marcelo no departamento Médico, nem vou questionar a escalação do Cristóvão. Entre quem entrar, que honre o manto e consiga qualquer resultado que nos traga três pontos. O jogo é em casa e não terei vergonha nenhuma em comemorar um magro um a zero! 
Prá cima deles, Mengão!

segunda-feira, 1 de junho de 2015

Resiliência (da torcida...)

Amigos rubronegros, na vida profissional de cada um existem ensinamentos que nos ajudam e que nos levam ao sucesso, e muitas vezes nunca paramos para pensar conceitualmente no que fazemos no dia a dia. Durante muitos anos pratiquei a arte de resistir ao “tempo ruim” e sempre busquei me fortalecer com isso, aprendendo e me adaptando. Muitos anos depois deram a isso o nome de RESILIÊNCIA e escreveram tratados e mais tratados sobre o assunto. A palavra vem da Física, aplicada com cunho psicológico. Sua definição mais simples fala da capacidade de superar obstáculos e resistir à pressão sem entrar em surto psicológico. Outras fontes exemplificam com o bambu, que  se dobra ao vento sem nunca quebrar, retornando à sua posição original quando o vento para. Estou usando esta comparação porque um destes textos à disposição na internet fala dos fatores que as pessoas precisam desenvolver para serem resilientes, e depois de quatro jogos sem nenhuma vitória e apenas um ponto conquistado, é hora da torcida pensar um pouco como se comportar nessa hora.
O primeiro ponto para agir de forma resiliente é saber administrar suas emoções e impulsos. É muito difícil se conter com tantos erros de arbitragem (nem o nosso calmo e elegante presidente conseguiu se conter na saída do jogo) e com tantos resultados negativos. Mas olhem a ponta da tabela! Alguém acredita que os classificados para a Libertadores serão o Atlético PR, Goiás, Sport e Ponte Preta? As coisas vão mudar e a hora de encaixe deste time vai chegar. É difícil ter paciência, mas não é hora de esculhambar todo mundo, cobrar demais do Cristóvão que acabou de chegar ou de achar que o elenco inteiro é tão ruim quanto parece. Apesar da dificuldade, é importante controlar nosso impulso raivoso, não virar manada e sair desancando de forma agressiva, por exemplo, a diretoria, que não entra em campo.

Outro ponto fundamental é o otimismo. Sei que já estamos escolados em Z4, e ausentes do G4 desde 2011. Mas com alguns reforços e sem muitas invenções, o time vai melhorar e fazer valer a sua força no campeonato. Ou alguém acha que o time do ano passado era melhor que esse?

Analisando o ambiente do Flamengo, os salários estão em dia, estamos buscando reforços pontuais, em algum momento a Copa América acaba, e os jogadores, novos e atuais, retornam ao time, o departamento médico esvaziará e nosso novo treinador poderá escalar (e treinar) a equipe. Faltam 35 jogos para o fim do campeonato. Não vamos torcer apenas para fazer 45 pontos!
Tenho visto muita crítica aos jogadores (e com a campanha atual elas precisam existir mesmo!), mas as críticas precisam ser específicas e não genéricas. Não dá para dizer que um time que ficou inferiorizado no placar por erros de arbitragem e depois foi para cima para tirar o prejuízo, enfrentando fortes retrancas, não teve raça ou que os jogadores fizeram corpo mole. É preciso se colocar no lugar destes jogadores! Alguém duvida que eles queriam vencer os jogos tanto como nós? Mesmo olhando do ponto de vista puramente financeiro, que jogador quer ter a fama de contribuir para o fracasso do time? Já disse aqui, e é uma pena mesmo que tenhamos perdido todo o trabalho deste primeiro semestre, mas vamos dar o tempo para que o time seja treinado e possa mostrar a sua nova arrumação tática.

Acredito que precisamos ter metas neste momento do campeonato. Ganhar nove dos próximos doze pontos por exemplo (Cruzeiro, Chapecoense, Coritiba e Atlético MG) deveria ser internalizado para o grupo e ser tratado como um objetivo fundamental para qualquer pretensão que o Flamengo possa ter neste campeonato. Aliás, essa união do grupo precisa ser trabalhada pelo técnico como o último ponto para que não só os torcedores, mas também os jogadores sejam resilientes e consigam dar a volta por cima.

De minha parte, o lema do Mengão já diz tudo. Uma vez Flamengo, Flamengo até morrer! Já passei muito “perrengue” com esta paixão e nunca o meu amor pelo Flamengo diminuiu ou foi posto em dúvida. Eu sei que as vezes dá vontade de parar de sofrer, mas não é saindo do sócio torcedor, ou escrevendo nas redes sociais com raiva que eu vou ajudar meu time. Temos uma diretoria séria, um time no mínimo mediano, virão reforços e cabe a torcida fazer a sua parte, comparecendo aos estádios, aderindo ao PST e comprando os produtos do Clube. Estamos no caminho certo fora do campo e não há bem que seja eterno nem mal que dure para sempre! Os resultados virão!
Quanto ao nosso adversário desta semana, vem tão desesperado como nós, e vai ser no mínimo um jogo bom de se ver. Confio na nossa capacidade de superar a torcida adversária e conseguir uma vitória, apesar da arbitragem e do fator campo!


Pra cima deles, Mengão!

sexta-feira, 29 de maio de 2015

Um patético final e um novo começo


Amigos rubronegros, eu sempre busco a explicação para o futebol ser essa paixão avassaladora que faz pessoas sérias (e as menos sérias também) perderem a cabeça e se transformarem em torcedores fanáticos, capazes de mudar de um estado de profundo desânimo para uma euforia completa em muito pouco tempo. Com certeza um dos motivos é a rapidez com que as coisas mudam, mesmo que essa mudança ainda não seja concreta, seja apenas anunciada. Há poucos dias atrás uma boa parte dos rubronegros se dizia cansada de torcer e os mais mentirosos até falavam em deixar de acompanhar os jogos. E de fato, ver aquele time sem rumo, sem criatividade, sem dribles e sem nenhuma concepção tática funcional era de dar dó. Mas um monte de coisas aconteceram, ou estão acontecendo, ou vão acontecer, e hoje tivemos a notícia da contratação daquele que vem sendo considerado o melhor atacante da América do Sul. Para não me perder, resolvi organizar por tópicos:
1.     O Zé das Medalhas está em cana! – E não foi pela medalhinha que ele furtivamente embolsou durante a premiação da Copa SP Jr de 2012. Nem foi pela acusação sempre lembrada de ter sido o delator que levou à prisão de Vladimir Herzog, que morreu nos porões da ditadura. Foi pelo FBI e pela polícia suíça, por acusações de corrupção que podem lhe render uma cadeia até o fim da vida. Pouco importa a razão dos Estados Unidos estarem envolvidos no assunto, se é para infernizar a vida do Putin ou se é porque se considerarem os guardiões da moralidade mundial. O que será registrado pela história é que pelo menos um dos grandes corruptos do futebol brasileiro está preso e deve ser condenado, dado a profusão de provas já apresentadas. Abrindo mão da soberania nacional, queria avisar ao Éfibiái que por aqui existe a FERJ, que o antigo presidente da CBF tem residência em Miami, e que a lista de corruptos brasileiros engrossa a cada dia...
2.     Chega de arame liso! – Acho que foi o amigo Gustavo, de Brasília, que pela primeira vez grafou esta expressão, pelo menos no âmbito esportivo. Existe um tipo de arame que não tem aqueles nós, e portanto não machuca quem nele encosta. Serve para cercar e não corta. Pois a impressão que este time do Flamengo estava passando era exatamente essa: Cercava, cercava, mas não cortava a jogada. Por mais volantes que o técnico anterior colocasse em campo, simplesmente não funcionava. Pois que isso acabe, seu Cristóvão! Já ouvi dizer que o novo treinador gosta de esquemas ofensivos (e nós também), mas não dá para chegar a lugar nenhum levando dois gols por jogo, em todos os jogos! Seja com Cáceres e Canteros, seja com Jonas, o importante é que os jogadores se apresentem, arrisquem ser driblados para deixar quem está na cobertura ficar com a bola, mas que efetivamente façam o seu papel de defensores.
3.     Um novo começo – Uma pena mesmo termos perdido quase um semestre sem conseguir ganhar conformação tática, sem repetir a escalação e sem nenhum padrão de jogo. Apesar das contusões, culpa ou não da preparação física da comissão técnica que já se foi, era nítido que o treinador não estava mais sendo apenas o treinador. Basta ver as suas declarações finais, patéticas, sem nenhuma menção aos fracassos de campo. Mas bastou o Jaime colocar em campo um time equilibrado (a opinião é minha, mas um time equilibrado tem dois zagueiros, dois laterais, dois volantes, dois meias e dois atacantes) que o futebol voltou a aparecer. Não foi um primeiro tempo magnífico, mas a contusão do Almir e entrada do Araújo destruiu uma arrumação provisória que certamente levaria o Flamengo à vitória sobre o bem arrumado time do Náutico, que vem de uma sequencia longa sem perder. Para justificar o que digo, já que usei estatísticas em outras colunas (Fonte Footstats), fizemos neste jogo 16 finalizações, sendo 7 no gol. Demos 9 dribles, sendo 7 certos. Acertamos 9 das 10 viradas de jogo e erramos apenas um dos 20 desarmes realizados. Números MUITO melhores que os do jogo anterior, por exemplo. Com o Cristóvão, a esperança é que ele se concentre apenas no time em campo, que sua aparente tranquilidade gere uma boa relação com os jogadores e com a diretoria, de forma que ele consiga extrair o máximo deste elenco, que já não está entre os piores do campeonato, e com mais alguns encaixes “pontuais” pode de fato aspirar a uma vaga na Libertadores 2016.
4.     A Nova Camisa – Ficou linda! Pessoalmente gosto mais das listras que dão a volta inteira no torso, mas a nova camisa está muito bonita e espero que a torcida também pense assim, comprando a nova peça e ajudando com isso ao clube. Aliás, mais do que comprar camisa, o Mengão precisa mesmo é ter um número de sócios tocedores compatível com a sua imensa Nação. Se você está lendo isso e ainda não é sócio, hora de pensar em ser Mengão todo mês e não só todo dia! E que a maldição da estreia de novos Mantos, que costuma acompanhar as terceiras camisas, passe longe dessa vez e nós possamos faturar esses três pontos fundamentais para esse novo começo, justamente em cima da tricolada!
5.     CHUPA ARCO ÍRIS! – Por fim, faltou dizer que o orgulho rubronegro novamente aflorou com a contratação do Guerrero, e com a expectativa de que os reforços não param por aí. E o orgulho maior não é por termos dado um passo maior que as pernas, é por saber que quem vier, ao preço que vier, será pago em dia, e que esse salto só foi possível porque temos mais de dois anos de administração séria e competente, e que daqui para a frente tudo será ainda melhor! Não estamos enganando a torcida, nem dizendo que o respeito voltou, porque o Flamengo, mesmo em seus piores momentos, nunca perdeu o respeito! Portanto, arco íris de todos as cores e matizes, tremei! O Mengão está chegando! E se deixar chegar, é gol e título!


Pra cima deles, Mengão!

segunda-feira, 25 de maio de 2015

É hora de virar a chave!


Amigos rubronegros, pela primeira vez na vida joguei fora uma coluna inteira, pois ao completar o último parágrafo saiu a notícia da demissão do Luxemburgo. Perdi o texto mas não perdi o rebolado. O objetivo da coluna era mostrar que o Luxemburgo, por uma série de ocorrências, não podia mais continuar mesmo. Ele era mesmo da Turma da Nadadora, não tinha afinidade ideológica com as pessoas honestas que querem o bem do Flamengo. Sua declaração no Programa Bola da Vez, contra as contrapartidas que o clube deve dar para refinanciar suas dívidas, já tinha mostrado isso. Hoje li em uma coluna do Cosme Rímoli que quem plantava as notícias das possíveis contratações era o próprio técnico, por meio de pessoas ligadas a ele. O objetivo disso era no mínimo, nebuloso. O staff do Luxa, em termos de preparação física e de departamento médico, tem nitidamente problemas que outros clubes não tem. A sua insistência com o Márcio Araújo, sempre escalado e nunca substituído, lembra a obsessão que outros treinadores tinham pelo Renato Abreu. Juro que me passa pela cabeça que isso era de propósito, para sair do Flamengo como vítima, demitido, e não passar por vilão ao aceitar a proposta do São Paulo. Enfim, eliminado um dos nossos principais problemas (é claro que não era o único) falta escolher o novo treinador e seguir em frente. Considerando que foram apenas 3 jogos disputados, talvez tenha sido um prejuízo pequeno, face ao que se avizinhava, que era uma nova sequencia de 10 jogos sem vencer, como foi em 2011.

Mas já nesta quarta temos um novo desafio. Para nós, cada jogo da Copa do Brasil é um novo “jogo da vida” neste ano de 2015. Com três rodadas e apenas um ponto conquistado em nove disputados no Campeonato Brasileiro, perseguir o título da Copa do Brasil se torna ainda mais fundamental para as nossas pretensões em 2016. Se vamos mesmo melhorar cada vez mais o time se continuarmos com esta administração,  conseguir a vaga na Libertadores é o objetivo mais importante deste ano de 2015. Afinal, como investir em um time para ficar o primeiro semestre inteiro disputando apenas o viciado e falido Carioca e alguns pouco jogos de Copa do Brasil?

O Náutico vem bem na série B, liderando o campeonato com 9 pontos em três jogos e nenhum gol sofrido. Ah, mas é a Série B, diriam os idiotas da objetividade... E vida de flamenguista é fácil? Do jeito que nosso time tem se comportado em campo, até contra o Íbis eu vou acender uma vela... O fato é que em função da pressão de muitos jogos sem vencer, jogadores questionados e ameaçados pelas contratações que não se concretizam, técnico com sua competência largamente questionada e finalmente demitido dois dias antes, tudo se acumula para enfrentarmos mais uma parada duríssima. E olhe que o jogo é no Maraca, imagine empatar aqui, não conseguir um resultado satisfatório contra o Flu e ir decidir a vaga na casa do Náutico. Portanto é hora de VIRAR A CHAVE para a Copa do Brasil, esquecer o sofrimento do Brasileirão e se concentrar apenas neste jogo. Vale trazer o Zico para dar palestra, reunião da diretoria com o time, chamar na xinxa quem estiver devagar... Não podemos sequer pensar em empatar esta partida. A torcida está merecendo uma folga nas lágrimas e no mau humor.

Imagino que vamos com Jaime de Almeida nesta quarta. Só espero que o amor dele pelo Márcio Araújo não seja incondicional como o era o do técnico anterior. Que ele saiba armar o time para esta partida para dar segurança à defesa (Jonas e Cáceres podem sim jogar juntos), sem deixar de buscar o jogo e agredir o adversário. Que a torcida compareça em peso, mesmo nesse dia e horário ingrato, e tenha motivos para celebrar a volta do seu, do NOSSO Flamengo!

Prá cima deles, Mengão!