terça-feira, 16 de setembro de 2014

Porco no Rolete!


Amigos do Conversa Flamenga, nesta quarta o cardápio já está preparado: Vamos de Porco no Rolete! E pode ser um a zero de novo, não tem problema. O fato, nu e cru, é que depois de uma sequencia embalada com muitas vitórias, desviamos nossa atenção para o G4 e esquecemos o saco de cimento. A vitória maravilhosa sobre o time do Mané Fujão renovou nossa alegria e de novo já comecei a ouvir sobre uma nova arrancada. Me lembrou de uma frase do Luxa na entrada em campo do time contra o Coritiba, quando passar para as quartas de finais parecia uma missão impossível. Ele dizia que para chegar ao terceiro gol tinha que fazer o primeiro, depois tentar o segundo... É mais ou menos a mesma coisa. O jogo da vez é contra o Palmeiras, e fora de casa. Os jogos seguintes são contra os tricolores de Rio e São Paulo. Só pedreira, se pensarmos na classificação atual destes clubes. Portanto, não quero nem sonhar com goleada, só porque o time verde vem mal na tabela. Espero um time bem postado em campo, com a repetição da bela atuação do Everton, com Eduardo entrando de início novamente, com a raça tradicional do Cáceres, e com São Paulo Victor garantindo o patrimônio lá atrás. E mesmo tendo uma opinião diferente do Luxa sobre a nossa zaga titular, seja lá quem ele escalar, que não coloque em risco a nossa defesa e jogue sério.

A vitória contra o Corinthians tem um significado importante. Mostra que um time aguerrido como tem sido o time do Flamengo, pode vencer qualquer time. E se pode vencer os líderes do campeonato, pode também vencer o claudicante Palmeiras, mesmo fora de casa, desde que jogue com aplicação, foco e concentração. A situação do adversário é tão ruim como já foi a nossa. E pela maluca lógica do futebol, é contra os times aparentemente fracos que nós precisamos ter ainda mais cuidado. Os jogos que perdemos com o Luxa foram todos por um a zero. Quase todos que vencemos também foram por um a zero. Ou seja, se fazemos poucos gols, pelo menos levamos poucos também. Portanto, se conseguirmos manter o jogo sobre controle, saindo rápido no contrataque, contando com a torcida verde empurrando seu time para a frente, em algum momento encaixaremos um bola e faremos os resultado.

Resumindo, a confiança é grande, mas a cautela tem que existir. O desespero é um motivador importante no futebol. Pode levar à superação e a sucessos inesperados. Cabe ao malandro Luxa explorar este lado psicológico de forma que ele nos favoreça. Mas quando tivermos a bola.... Pra cima deles, Mengão!

E saudações RubroNegras!


Em tempo: Só para registrar o abraço de todos os frequentadores do Conversa ao amigo Fábio Marques, que nesta terça feira completa mais um ano de vida. Saúde e muito abraços do filhão, Fabinho!

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

De volta ao saco de cimento...



Amigos rubronegros do Conversa Flamenga, nesta roda de entra e sai de técnicos existem pessoas que nunca mais queremos ver treinando o nosso time. O Sr. Mané Fujão Menezes, por exemplo, é um deles. Não que nós quiséssemos antes, mas os Blues estavam no período de experiência e acharam que um ex-técnico da Seleção Brasileira teria a capacidade de fazer do nosso elenco limitado um time vencedor. Saiu dizendo que os jogadores não o entendiam. Nesse ponto eu estou com os jogadores: Nem eu, que vejo o futebol de longe e tenho mais tempo para analisar, entendia, quanto mais os jogadores. Pois o Sr. Fujão Menezes protagonizou um dos espetáculos mais bizarros já visto no futebol. Fugiu da raia, e ainda pagou para sair. Os jogadores, que naquele discurso prolixo e vazio do fujão se sentiram chamados de burros, reagiram, fecharam com o caseiro Jayme de Almeida e o Mengão faturou mais um título nacional, a Copa do Brasil 2013. Assim, se tem um técnico indesejável na Gávea, ao lado de Leão e Hélio dos Anjos, esse é o treinador que sentará no banco adversário neste domingo no Maracanã.

Por esta única e significativa razão, estou esperando que o Flamengo entre em campo com muita disposição em campo, querendo mesmo devolver o placar do primeiro turno. É claro que jamais o Luxemburgo dirá isso para os seus jogadores, mas que os carregadores de cimento voltem ao gramado, protejam a casinha e saiam de uma vez por todas da confusão. Até porque a sequência de jogos foi desenhada para ferrar o Flamengo em todo começo de turno. Vindo de duas derrotas, o Mengão tem pela frente Corinthians (14/9), Palmeiras (17/9), Fluminense (21/9) e São Paulo 24/9). Nada menos  que 4 clássicos em dez dias, sendo que três deles contra o terceiro, o segundo e o sexto colocado na tabela hoje. Ou seja, se o planejamento de blocos de 4 jogos busca conseguir 50% de aproveitamento, é hora de arrancar os 3 pontos em casa, custe o que custar.

Como única notícia boa, a volta de Cáceres. Para piorar a expectativa, arbitragem de Sandro Meira Ricci. Por um breve momento, passa uma vontade de dormir um sono profundo e só acordar no jogo contra o Bahia. Mas... Isso aqui é Flamengo, pô! Nunca o Mengão entra de fato inferiorizado em campo, ainda mais quando joga em sua casa principal. A torcida não conseguiu marcar gol nos últimos dois jogos, mas não deixou de comparecer, de gritar e cantar, e mesmo com toda a polêmica do aumento de ingressos, estará a postos neste domingo, antevendo um jogo épico, uma espécie de luta do bem contra o mal, do time sempre favorecido e de ética administrativa questionável contra um gigante cambaleante, aturdido pelas finanças debilitadas que impedem a formação de um time à altura das tradições flamengas, mas um gigante de torcida, amor, raça e paixão!

De novo apelo para o brio dos jogadores, para aqueles que tem a suprema honra de vestir o manto, e a inigualável oportunidade de fazer seu nome na gloriosa história rubronegra. Joguem até que a última gota de sangue pare de circular em suas veias! Busquem no grito da arquibancada a força que socorre os extenuados. Chutem para o gol com vontade de furar as redes! Driblem e cavem faltas nas proximidades da área adversária! Toquem a bola, sem chutões, em harmonia com a música que vem da galera! Imaginem os 40 milhões de telespectadores parando a sua vida no domingo a tarde para ver o seu time entrar em campo! Se nós temos a esperança e o sonho, cabe a vocês jogadores, transformá-lo em realidade!

O Flamengo é uma força da natureza. A energia dessa massa gigantesca precisa ser correspondida em campo. Nossas grandes vitórias vieram em jogos em que o favoritismo não existia, porque o Flamengo... é o Flamengo!


Pra cima deles, Mengão, e saudações RubroNegras!

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

♩♪ Onde estiver, estarei, ó meu Mengô... ♬♭♫


Amigos do Conversa Flamenga, o resultado do último jogo não foi o esperado nem o merecido, mas o espetáculo da torcida foi absolutamente fantástico! Mesmo pela televisão foi arrepiante ver aquele mar de mãos, o coro em uníssono e o aplauso final, mesmo com o resultado adverso. Ser Flamengo tem alguma coisa que o arco íris jamais entenderá. Esse sentimento de pertencimento, de crença coletiva nessa irmandade chamada Nacão RubroNegra é uma coisa única, singular, e talvez uma das melhores sensações que podemos ter na vida, eventualmente superada pelo amor pelos filhos ou pelos pais, mas de outra natureza, eufórica, vibrante e simplesmente inesquecível.

E se é assim pela televisão, imaginem a emoção de quem estava no estádio! Mesmo em São Paulo ouvi mais elogios à festa da torcida do que gozações pela derrota. Se Deus quiser, no próximo domingo estarei no Maracanã e poderei revisitar essa alegria!

Mas como o jogo desta quarta teve o mando vendido pelo Goiás, preparem-se para um novo recorde, já batido com os 32 mil ingressos vendidos até sexta feira passada. Eu disse sexta feira passada, quando simplesmente suspenderam a venda com medo da superlotação! A Arena do Pantanal tinha um recorde de 31 mil pagantes no jogo em que o Bragantino venceu o Corinthians, e o esperado é que todos os 38 mil ingressos sejam vendidos. Vai ficar muita gente de fora, pois o Flamengo não joga em Cuiabá desde 1996, quando venceu o Grêmio lá por 2 a zero. Havia uma expectativa de que mais ingressos fossem liberados, já que a capacidade do estádio é de 44 mil lugares, mas a empresa que comprou os direitos do jogo  já anunciou que vai ficar mesmo nos trinta e oito mil previstos.

Quanto ao jogo em si, vamos de Everton novamente, e a zaga titular volta. Se o Cáceres jogar mesmo, sou capaz de cravar que não levaremos gols. Tenho a sensação de que o Luxa vai colocar de novo o Nixon de titular ao lado do Alecsandro. Ele vinha de contusão, foi liberado e está treinando. Por mais que o Artur se esforce em campo, ele não vem dando sorte nas oportunidades que surgem e de bom mesmo ele só tem o nome, xará que é do nosso ídolo maior. Espero que o Luxa não venha de novo com 3 volantes, mas acho que “sair da confusão” também quer dizer não levar gols, e o Luxa acredita neste modelo. Não é o meu preferido, já que eu prefiro sempre o time para a frente, mas estou no time que vai apoiar o tempo todo, como tem feito esta inacreditável torcida.

Conto com a compreensão pelo uso da imagem do ilustrador Mário Alberto, a quem dei os devidos créditos, mas essa imagem dos urubus cercando o periquitinho verde no gramado retrata exatamente o que espero ver na bela Arena do Pantanal nesta sexta: Uma massa gigantesca de flamenguistas vibrando como nunca, cantando como sempre e empurrando o time para o gol e para a vitória. Que virá, com certeza! E qualquer um a zero está servindo! Se ganharmos os próximos dois jogos (os dois “em casa”) teremos realmente saído da confusão e poderemos mirar no próximo objetivo, que é chegar no G4!

Pra cima deles Mengão! Vamos colocar o periquito na roda!

Saudações RubroNegras!

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Macacos me mordam, ou "Well, blow me down!

 Amigos do Conversa, o primeiro mascote do Flamengo foi o Popeye, o personagem criado em 1929 por Elzie Crislie Segar, e transformado em herói de desenhos animados em 1933. Na década de 40, por sugestão de um cartunista argentino, Lorenzo Mollas, o Jornal dos Sports adotou o personagem como símbolo da torcida rubronegra, uma vez que tanto o personagem como o Flamengo tinham sua origem no mar.
O personagem estreou nos quadrinhos no Brasil pelo Diário de Notícias, em 1932, com o nome de Brocoió, mas o nome não pegou e a alcunha Popeye acabou se popularizando.O Flamengo usou sua imagem até ser substituído pelo Samuca, o urubu desenhado pelo inesquecível Henfil, na década de 80. Seu principal bordão era “Well, blow me down!”, que significa literalmente “Bem, ventanias me empurrem”, mas acabou sendo traduzida no Brasil por “Macacos me mordam!”. Por sua vez, esta frase é atribuída ao Conde D’EU, genro de Dom Pedro II e marido da Princesa Isabel, que disse “macacos me mordam se eu não matar Solano Lopez”. O Brasil foi à guerra do Paraguai e os soldados brasileiros eram chamados de macacos, por terem as tropas brasileiras a maioria de negros em suas fileiras. Viu, aos pouquinhos vamos chegando no assunto da coluna...

O jogo deste sábado é contra o Grêmio, justamente o time que acabou de ser punido pelas demonstrações racistas de sua torcida, que chamava de macacos aos jogadores negros do time adversário.  Eliminado sumariamente da Copa do Brasil, existe uma teoria de que o time entrará em campo “abalado”, o que nos seria favorável. Para mim, esta é mais uma história para inglês ver. Em vários sentidos. Em primeiro lugar porque tendo sua atenção dedicada a apenas uma competição, um time tende a ser muito mais competitivo do que se tivesse que jogar mais vezes e dividir forças nas escalações. Em segundo lugar porque essa punição não muda a situação do racismo no Brasil. Pessoalmente tenho minhas sérias dúvidas se um clube deve ser responsabilizado dessa forma pelos atos de seus torcedores. O Grêmio ajudou a identificar os torcedores, colaborou na apuração dos fatos e evidentemente não apoia nem apoiou este tipo de atitude. Amanhã aparece um maluco qualquer no meio da nossa torcida, gritando ofensas a qualquer grupo étnico, ou religioso, ou a qualquer preferencia sexual não tradicional e o clube do Flamengo seria punido? Entendo que as leis do país, uma vez identificados os responsáveis, são suficientes para uma punição exemplar aos infratores. Como, a meu ver, deveria ser feito com os briguentos e os pseudo torcedores que vão ao estádio para fazer qualquer outra coisa violenta, menos para torcer pelo seu time. Mas a vida me ensinou que o exemplo é uma sábia e efetiva lição. Entendo que a punição ao clube tem o efeito de mostrar quão grave é o crime e até que ponto estão as autoridades, públicas e esportivas, dispostas a ir para reprimir este comportamento. Azar do Grêmio, pego para Cristo, que se não levou a mordida do macaco, eu espero que leve do nosso time neste sábado. 

Porque a única chance do Mengão sair de campo vitorioso depois desta emocionante semana é partir para cima do time dos churrasqueiros com a fome do macaco que vê banana. E antes que digam que estou chamando o nosso time de macacos, já adianto que no Flamengo ser negro nunca foi pecado, e ter jogadores negros sempre foi nosso orgulho, desde Fausto, Leônidas da Silva e Domingos da Guia. Corre a lenda (e é verdade) de que o Vasco foi o primeiro clube a aceitar negros em seu time, mas o fato é que o Flamengo, na origem do profissionalismo, sempre teve mais jogadores negros do que os demais times do Rio. O jornalista Mário Filho criou e ajudou a divulgar a imagem de que o Fluminense era o time da elite, enquanto o Flamengo era a alegria da favela. Recentemente, ao vencer o Flamengo por 2 a 1 pelo Brasileiro de 2013, alguns botafoguenses disseram que havia silêncio na favela. No jogo seguinte metemos sonoros 4 a zero e o que se viu no Maracanã foi o público de quase sessenta mil torcedores cantarem a festa na favela para calar a cachorrada.

Pois bem. O que podemos esperar do nosso Flamengo nesse jogo contra o time do Felipão “Seteaum” é que o time entre mordido, brigador, obediente taticamente a um treinador que realmente mudou o astral e a disposição em campo do time, e que a torcida tenha motivos para fazer mais uma grande festa. Nem vou mais discutir escalação. O fato é que mesmo os jogadores que eu antes execrava como torcedor vem dando a sua contribuição para esta maravilhosa sequencia de vitórias. E que esta “ventania” continue nos empurrando na direção da parte de cima da tabela. O próximo a ser ultrapassado é justamente o Grêmio que tem 3 pontos a mais que nós e saldo positivo de 2 gols. Ou seja, nem precisa ser de 7 a 1, “basta” ganhar de 5 a zero que passamos eles...

Saudações RubroNegras!


segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Só uma (GRANDE) vitória interessa!


Amigos do Conversa Flamenga, depois da convincente arrancada no Brasileirão, estamos de novo frente a uma missão quase impossível: Ganhar do Coritiba por quatro a zero na segunda partida das oitavas de final da Copa do Brasil! Esse jogo parece uma daquelas missões difíceis que a turma do Hawai 5-0 (ops, desculpe aí bacalhau...) costuma levar a cabo contra todas as expectativas. Melhor comparando, seria essa uma Missão Impossível?
Olhando friamente, é difícil, muito difícil (by Zinho). O Flamengo sabe que no sábado tem outro jogo complicadíssimo contra um time aguerrido e o Luxa já declarou que o objetivo deste ano não é a Copa do Brasil e sim se manter na elite do Brasileirão. É natural que os jogadores dosem suas forças e que o técnico use, como já declarou, este jogo contra o Coritiba para preparar o time para o jogo que acontece apenas 72 horas depois. É hora de entrosar a nova zaga, de testar um jogador entrando como titular na vaga do Everton (vai fazer falta no sábado), de dar mais tempo para o Eduardo da Silva se recuperar... Ou seja, nada favorável para quem sonha com uma épica vitória por 4 a 0, placar mínimo para fechar os 90 minutos com a vaga garantida para as quartas de finais. Penso cá com meus botões se o Luxa, no seu íntimo, não quer mesmo se livrar dessa competição para focar sua atenção em “sair da confusão”. Basta ver a diferença de desempenho do time entre a sequencia vitoriosa e o jogo de quarta passada. E se o dedo do treinador aparece nas vitórias, com certeza também é responsável pelas derrotas. Não digo que ele oriente o time para perder. Mas parece óbvio que o entusiasmo não é o mesmo, nem o esforço dos jogadores em campo.

Mas... eis que entra em campo um jogador que não é o técnico que escala: a torcida do Flamengo! Mesmo com dois jogos em seis dias, a torcida é tão grande no Rio de Janeiro que acredito que vamos ter um bom público no Maracanã nesta quarta, em uma espécie de “rodízio” de torcedores. E com ingressos a preços razoáveis, a magnética carrega o time! E quando a torcida abraça o time, como na charge do Henfil usada na ilustração da coluna, nada segura esse time! Aliás, devo dizer que tenho usado muito as imagens do Henfil e do Sabóia (a torcida rubro-negra por baixo) porque as acho sensacionais e não tenho vergonha de repetir o que é bom quando o assunto é Flamengo. E com a força do grito da arquibancada, mesmo quem pense em se poupar, se supera. Mesmo que o técnico escale mal e jogue o time para trás, a torcida empurra o time para a frente. Assim, uma Missão (quase) Impossível vira um espetáculo heroico de garra e, se São Judas Tadeu ajudar, de mais um inesquecível triunfo flamengo! É essa a minha expectativa. O Coritiba não é o Cruzeiro, hoje o melhor time em atividade no futebol brasileiro. Passando para a fase seguinte, os times possíveis de serem enfrentados também não são times assustadores. E a Copa do Brasil é o caminho mais curto para a Libertadores. Imaginem um Bicampeonato Rubronegro na Copa do Brasil!

Que venham as coxinhas que ficaram entaladas na nossa garganta na semana passada e que vençamos o jogo a todo custo, contando que os gols perdidos ou economizados nos últimos jogos jorrem nestes 90 minutos, fazendo a alegria da Nação. Pra cima deles, Mengão! A torcida vai cantar, vai incentivar e fazer a sua parte. Luxa e jogadores, a bola está com vocês!


Saudações RubroNegras!